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Gamificação como ferramenta estratégica


Quando o assunto se trata de geração mais influenciadora, a resposta são os millenials. Os nascidos entre 1980 e 1995 estão sempre em busca de novidades e não defendem causas ou marcas se não se sentirem completamente representados por elas.

Esse grupo de pessoas é bastante diverso, e, portanto, seus interesses também. Porém, eles têm uma coisa em comum: a maneira de comprar. Eles não procuram saber apenas o que a sua empresa vende, mas também, o seu propósito, e dessa forma engajam-se com o que acreditam.

Além de buscarem um preço justo na transação de compra, as experiências são um fator essencial para o engajamento dos millennials. E para que eles recebam essas experiências, compartilhar suas informações com os varejistas não é algo incomodativo.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Google, millennials com idades entre 25 e 34 são três vezes mais propensos a compartilhar informações. Já um estudo feito pelo Bank of America com usuários norte-americanos de smartphones, apontou que quase metade dos entrevistados não se importavam que os seus dispositivos rastreassem seus hábitos de compra, em troca de personalização.

Mas como atrair essa geração?

 

 

A gamificação é resposta para essa questão. Ela é capaz de tornar as marcas mais humanizadas e interativas, passando a sensação de que os usuários estão em uma conversa com as marcas, criando experiências e tornando essa interação mais divertida. Porém, o conteúdo deve ser direcionado corretamente.

Apesar dessa estratégia ser capaz de conectar os millennials como indivíduos e customizar a experiência com a marca, não adianta apresentar apenas conteúdos divertidos, é preciso que sejam conhecidos também os problemas dos clientes, e utilizando a gamificação, sejam resolvidos esses problemas de maneira eficaz.

O engajamento dos millennials, não será conseguido com propagandas antiquadas e invasivas, que não possuem sentido, para isso existem os bloqueadores de anúncios, que cada vez mais são usados. Para que as marcas atinjam esse público, é preciso que identifiquem seus hábitos, preferências e comportamentos, e dessa forma, interagindo a partir desse ponto, nos canais certos.

A gamificação trabalha com metas, níveis, conquistas e placares, que envolvem o espírito competitivo dos usuários. A maioria dessas conquistas devem ser compartilhadas nas redes sociais, o que aumenta a visibilidade da marca e o engajamento por parte do público. Porém é preciso salientar, esse processo competitivo não pode estar desalinhado dos objetivos gerais, além de precisar condizer com todo o resto do ciclo de compra, do serviço personalizado.

 

E aí? Você conhece o seu público?

 

Fonte: Meio & Mensagem


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